quinta-feira, 9 de abril de 2020

“Selene”


“Selene”


Sempre serena,
Selene ilumina os caminhos.

Luz branca.
Luz de paz.
Luz de força.
Força astral.

Às vezes se vai para que
Se saiba caminhar sozinho.

Volta como se estivesse
Nos bastidores.
Volta sorrindo.
Volta com sua luz mágica.

Em temerosos tempos,
Selene, ilumine as mentes
E os passos.

Proteja nossas noite,
Nos guarde em segredo em nossos dias.


Karin Gobitta Földes (08/04/20)


Sempre serena,
Selene ilumina os caminhos.

Luz branca.
Luz de paz.
Luz de força.
Força astral.

Às vezes se vai para que
Se saiba caminhar sozinho.

Volta como se estivesse
Nos bastidores.
Volta sorrindo.
Volta com sua luz mágica.

Em temerosos tempos,
Selene, ilumine as mentes
E os passos.

Proteja nossas noite,
Nos guarde em segredo em nossos dias.


Karin Gobitta Földes (08/04/20)

quarta-feira, 1 de abril de 2020

“Sinais”


“Sinais”


O que é mais importante se acaba.
Se esgota.
A salvação que parecia vir de vários modos,
Não vem.

A vida vai apenas se esvaindo.
As esperanças minam.
Há apenas um só inimigo.

Preces em vão.
Rezas em vão.
Teorias em vão.
Filosofias em vão.

O que está errado está próximo.
Não há adoração.
Simples é a explicação.

Um ser microscópico escraviza o ser humano apenas
Para dar um aviso da Mãe Natureza que clama:
Parem de me destruir, venham viver em harmonia comigo
E com todos aqueles que são meus filhos como vocês.

(Karin Földes – 31/3/20)



domingo, 8 de março de 2020

“Um outro mundo”


“Um outro mundo”

No meio do caos,
Entro em outra dimensão.

Vejo a luz.
Os bosques verdejantes.

Latejam a alegria,
O silêncio e a paz.

Agora nada mais se faz,
É tudo intenso.

O silêncio da alma,
A paz interior em um só olhar.

Um outro mundo,
Longe da loucura e do inacreditável.

Karin Földes 

domingo, 1 de março de 2020

Universos paralelos


“Universos paralelos”

Não era para ser assim,
Esse talvez não fosse o fim.

Palavras vertiam de sua boca,
As lágrimas escorriam
Deixando a atmosfera a sua volta
Louca.

O vento que seu rosto corta,
O sangue que verte da aorta.

Procurando o caminho certo,
Um labirinto de tantos metros.

Chegando ao nível de se achar invisível.

Talvez um bicho manso,
Não um cisne,
Mas um ganso.

Universos paralelos.

Karin Földes




quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Se...


“Se...simplesmente”

Ela não se preocupava se era noite, se chovia.
Era verão e a calma, como anestesia.
Como se voltasse à adolescência, à recordação.
Sem se preocupar entrar na piscina, alegre, pois, não queria ter mais a testa franzina.
Garota de muitas facetas, menina xereta, curiosa,  que queria sempre se sentir livre, como um pássaro fora da gaiola.
Não mais chora, passaram as guerras e agora “tu menos erras”.
Ela pode aproveitar, fazer tudo o que adora.
Alegria que se espalha como água que jorra fora da talha e alcança
Outros corações, mostrando-lhes e ensinando-lhes a simplicidade da vida.



                                                                     (Karin Földes)

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

"Simples tarde de verão"

"Simples tarde de verão"


Um dia de sol. Um dia na água. Local compartilhado por sócios. Todos se divertem. País e filhas. Mães e filhas. Jovens  Crianças. Famílias. Amigos. Pessoas sozinhas. Poetas. Salubridade.Um dia perfeito. Uma tarde perfeita. Um dia de sol. Uma tarde linda de verão. A simplicidade e a felicidade no ar. Gratidão ao sol, à Mãe Terra, ao universo. Gratidão à vida.

Por Karin Földes

domingo, 12 de janeiro de 2020

Magia de verão

"Magia de verão"

Eternas noites lindas de verão. 
Agradeço à Mãe Natureza por elas. Pelo luar tão belo, pelo verão e uma noite tão linda. 
É bom poder estar ao ar livre, é bom estar próxima à natureza curtindo essa noite de verão. Olhando para as plantas e vendo como elas crescem com as chuvas de verão e o calor. Elas ficam felizes nessa estação. As plantas sorriem. 
É a estação das colheitas e assim fica fácil entender o porquê dos Europeus celebrarem tanto essa estação nos parques, nas praças, nas mesinhas dos restaurantes ao ar livre.  
O verão colore o mundo inteiro com sua nobre aquarela...

Karin Földes