quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Novos poemas

 " Fuga para a paz"


Mundo complicado.
Descomplique-se.
Mundo desumano.
Animalize-se, pois, os animais têm mais compaixão.

Tristeza?
Fuja para as matas, ouça os conselhos das árvores através do silêncio.

Desconecte-se.
Descontacte-se.
Viaje apenas ao seu mundo interior
E ao mundo exterior de Mãe Terra.
Ela te acolherá e te salvará da toxidade
Humana.

 


"O chegar do renascer"

Quando a primavera chegar, tudo será diferente: o ar ficará mais leve, a escuridão levará consigo as doenças.

A renovação acontecerá.
As plantas, as flores, os pássaros ficarão mais felizes, a alegria estará no ar, o bem estar.
Quando a primavera chegar.



"Família brasileira"

João.
Maria
José
Maria João.
Maria José
João Maria.
José Maria.
Trabalho em vão
Mais uma eleição.
Saúde.
Segurança.
Educação.
Mais promessas.
Para esperança não existe negação.

Karin Foldes  

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Mais poemas

 "Secura humana"



Agosto, que desgosto.
Tão comprido,
Tão cansativo

Torna as pessoas mais perversas
O folclore da hipocrisia
A secura humana.

A esperança da renovação.
Em breve.
Primavera. 




"Falso brilho"

Mundo moderno.
Falta de essência.
Reina a aparência.

Sorrisos hipócritas.
Pessoas perfeitas.

O erro é dos fracos.
Os falsos heróis são aplaudidos.

A desumanidade cega, é falso brilho.
Seguimos lutando...




"Ironia mundana"


Uma pessoa chora.
Um gato consola.
Ser que percebe sua tristeza.

Humanos em volta.
Mundo de avareza.

Aquele que é tido como irracional
É o mais sensível e não é humano.

Ironia mundana. 


TODOS POEMAS POR KARIN FÖLDES

domingo, 7 de novembro de 2021

Estrela Polar

 

Dia de festa.

Dia de um ser que

Brilha como o sol

E sorri como os anjos.

 

Que a vida o trate sempre

Com carinho também.

 

Estrela polar.

Anjo que surge das neves.


Karin Földes

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

POemas

 "Silêncio no tempo"

 

A porta treme, geme,

e alguém atrás dela se espreme.

 

Chora, agora,

Amor de outrora.

 

A vida que passou,

O tempo que não volta mais,

O navio que não retorna

A esse cais.

 

E a esta altura,

No coração,

Apenas amargura

 

 

 

 

 

 

 

 

“Paisagens e metamorfoses”

 

O rio segue o seu fluxo como tem de ser.

Nem os galhos ficam parados

Em um movimento de transformação.

 

Tudo na natureza flui,

Se renova

 

As paisagens mudam e na lembrança,

Tudo o que foi plantado e colhido.

 

O que passou pelas secas, pelas tempestades

E vingou como tinha de ser.

 

A vida é uma deliciosa metamorfose.

 

Karin Földes


domingo, 19 de setembro de 2021

“Mais uma do passado”

 


 

Lembro-me aos trinta e dois,

Um menino sorria,

Era o primeiro amor.

 

A vida pois, que ia,

Que dor.

 

Trinta voltas ao redor da Terra,

Não há quem nunca erra.

 

Anos se vão,

A maturidade,

A precisão.

 

Ficam os doces momentos,

Que passam tão lentos.

 

Hoje sessenta e dois

 

Karin Földes

domingo, 4 de abril de 2021

Grande e impotente

 "Grande e impotente"


Mundo dominado.

Vidas que se despedem dele.


Um ser inconstante.

Mutante.

Ri do ser humano

que se considera tão

GRANDE.


Impotência.

Gaia prova sua força.

Exige respeito.


Generosidade que vai.

Maldade que vem.


A morte parece não conseguir

ensinar.


Consciência.

Altruísmo.

E um abraço a pedir

a uma grande Mãe

esquecida.



Karin Földes