domingo, 4 de setembro de 2022
quinta-feira, 1 de setembro de 2022
Novos poemas
" Fuga para a paz"
Mundo complicado.
Descomplique-se.
Mundo desumano.
Animalize-se, pois, os animais têm mais compaixão.
Tristeza?
Fuja para as matas, ouça os conselhos das árvores
através do silêncio.
Desconecte-se.
Descontacte-se.
Viaje apenas ao seu mundo interior
E ao mundo exterior de Mãe Terra.
Ela te acolherá e te salvará da toxidade
Humana.
"O
chegar do renascer"
Quando a primavera chegar, tudo será diferente: o
ar ficará mais leve, a escuridão levará consigo as doenças.
A renovação acontecerá.
As plantas, as flores, os pássaros ficarão mais
felizes, a alegria estará no ar, o bem estar.
Quando a primavera chegar.
"Família
brasileira"
João.
Maria
José
Maria João.
Maria José
João Maria.
José Maria.
Trabalho em vão
Mais uma eleição.
Saúde.
Segurança.
Educação.
Mais promessas.
Para esperança não existe negação.
Karin Foldes
segunda-feira, 29 de agosto de 2022
Mais poemas
"Secura humana"
Agosto, que desgosto.
Tão comprido,
Tão cansativo
Torna as pessoas mais perversas
O folclore da hipocrisia
A secura humana.
A esperança da renovação.
Em breve.
Primavera.
Mundo moderno.
Falta de essência.
Reina a aparência.
Sorrisos hipócritas.
Pessoas perfeitas.
O erro é dos fracos.
Os falsos heróis são aplaudidos.
A desumanidade cega, é falso brilho.
Seguimos lutando...
Uma pessoa chora.
Um gato consola.
Ser que percebe sua tristeza.
Humanos em volta.
Mundo de avareza.
Aquele que é tido como irracional
É o mais sensível e não é humano.
Ironia mundana.
domingo, 7 de novembro de 2021
Estrela Polar
Dia de
festa.
Dia de
um ser que
Brilha
como o sol
E
sorri como os anjos.
Que a
vida o trate sempre
Com
carinho também.
Estrela
polar.
Anjo
que surge das neves.
Karin Földes
quinta-feira, 14 de outubro de 2021
POemas
"Silêncio no tempo"
A porta treme,
geme,
e alguém atrás dela
se espreme.
Chora, agora,
Amor de outrora.
A vida que passou,
O tempo que não volta mais,
O navio que não retorna
A esse cais.
E a esta altura,
No coração,
Apenas amargura
“Paisagens e metamorfoses”
O rio segue o seu fluxo como tem de ser.
Nem os galhos ficam parados
Em um movimento de transformação.
Tudo na natureza flui,
Se renova
As paisagens mudam e na lembrança,
Tudo o que foi plantado e colhido.
O que passou pelas secas, pelas tempestades
E vingou como tinha de ser.
A vida é uma deliciosa metamorfose.
Karin Földes
domingo, 19 de setembro de 2021
“Mais uma do passado”
Lembro-me
aos trinta e dois,
Um menino
sorria,
Era o
primeiro amor.
A vida
pois, que ia,
Que dor.
Trinta
voltas ao redor da Terra,
Não há
quem nunca erra.
Anos
se vão,
A maturidade,
A precisão.
Ficam
os doces momentos,
Que passam
tão lentos.
Hoje
sessenta e dois
Karin
Földes


