Por Karin Földes:
"Notas musicais"
https://www.youtube.com/watch?v=_oWf7jrQ4jw
domingo, 5 de julho de 2020
quinta-feira, 9 de abril de 2020
“Selene”
“Selene”
Sempre
serena,
Selene
ilumina os caminhos.
Luz
branca.
Luz de
paz.
Luz de
força.
Força
astral.
Às
vezes se vai para que
Se saiba
caminhar sozinho.
Volta
como se estivesse
Nos bastidores.
Volta
sorrindo.
Volta
com sua luz mágica.
Em
temerosos tempos,
Selene,
ilumine as mentes
E os
passos.
Proteja
nossas noite,
Nos guarde
em segredo em nossos dias.
Karin
Gobitta Földes (08/04/20)
Sempre
serena,
Selene
ilumina os caminhos.
Luz
branca.
Luz de
paz.
Luz de
força.
Força
astral.
Às
vezes se vai para que
Se saiba
caminhar sozinho.
Volta
como se estivesse
Nos bastidores.
Volta
sorrindo.
Volta
com sua luz mágica.
Em
temerosos tempos,
Selene,
ilumine as mentes
E os
passos.
Proteja
nossas noite,
Nos guarde
em segredo em nossos dias.
Karin
Gobitta Földes (08/04/20)
quarta-feira, 1 de abril de 2020
“Sinais”
“Sinais”
O que
é mais importante se acaba.
Se
esgota.
A
salvação que parecia vir de vários modos,
Não
vem.
A vida
vai apenas se esvaindo.
As
esperanças minam.
Há
apenas um só inimigo.
Preces
em vão.
Rezas
em vão.
Teorias
em vão.
Filosofias
em vão.
O que
está errado está próximo.
Não há
adoração.
Simples
é a explicação.
Um ser
microscópico escraviza o ser humano apenas
Para
dar um aviso da Mãe Natureza que clama:
Parem
de me destruir, venham viver em harmonia comigo
E com
todos aqueles que são meus filhos como vocês.
(Karin
Földes – 31/3/20)
domingo, 8 de março de 2020
“Um outro mundo”
“Um
outro mundo”
No
meio do caos,
Entro em
outra dimensão.
Vejo a
luz.
Os bosques
verdejantes.
Latejam
a alegria,
O silêncio
e a paz.
Agora
nada mais se faz,
É tudo
intenso.
O
silêncio da alma,
A paz
interior em um só olhar.
Um
outro mundo,
Longe da
loucura e do inacreditável.
Karin
Földes
domingo, 1 de março de 2020
Universos paralelos
“Universos
paralelos”
Não
era para ser assim,
Esse talvez
não fosse o fim.
Palavras
vertiam de sua boca,
As lágrimas
escorriam
Deixando
a atmosfera a sua volta
Louca.
O
vento que seu rosto corta,
O sangue
que verte da aorta.
Procurando
o caminho certo,
Um labirinto
de tantos metros.
Chegando
ao nível de se achar invisível.
Talvez
um bicho manso,
Não um
cisne,
Mas um
ganso.
Universos
paralelos.
Karin
Földes
quarta-feira, 29 de janeiro de 2020
Se...
“Se...simplesmente”
Ela não se preocupava se era noite, se chovia.
Era verão e a calma, como anestesia.
Como se voltasse à adolescência, à recordação.
Sem se preocupar entrar na piscina, alegre, pois, não queria ter mais a testa franzina.
Garota de muitas facetas, menina xereta, curiosa, que queria sempre se sentir livre, como um pássaro fora da gaiola.
Não mais chora, passaram as guerras e agora “tu menos erras”.
Ela pode aproveitar, fazer tudo o que adora.
Alegria que se espalha como água que jorra fora da talha e alcança
Outros corações, mostrando-lhes e ensinando-lhes a simplicidade da vida.
(Karin Földes)
quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
"Simples tarde de verão"
"Simples tarde de verão"
Por Karin Földes
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